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O maior artilheiro da história do Campeonato Paulista é Pelé, com 466 gols pelo Santos entre 1956 e 1974, e também é dele o recorde numa única edição: 58 gols em 1958. O artilheiro do Paulistão 2026 foi Robson, do Novorizontino, com 7 gols; em 2025, Guilherme, do Santos, marcou 10.
- 466gols de Pelé
- 58recorde em uma edição
- 11artilharias de Pelé
- 7gols de Robson em 2026
Maiores artilheiros de todos os tempos
| # | Jogador | Período | Principais clubes | Gols |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Pelé | 1956–1974 | Santos | 466 |
| 2 | Arthur Friedenreich | 1909–1933 | Paulistano, São Paulo, Ypiranga, Mackenzie e outros | 338 |
| 3 | Serginho Chulapa | 1973–1991 | São Paulo, Santos, Corinthians e outros | 206 |
| 4 | Feitiço | 1921–1939 | Santos, São Bento, Corinthians, Palestra | 197 |
| 5 | Heitor | 1916–1931 | Palestra Itália | 195 |
| 6 | Toninho Guerreiro | 1960–1975 | Santos, São Paulo, Noroeste | 189 |
| 7 | Cláudio | 1942–1960 | Corinthians, Santos, São Paulo, Palmeiras | 183 |
| 8 | Pepe | 1954–1969 | Santos | 176 |
| 9 | Neco | 1913–1930 | Corinthians | 167 |
| 10 | Baltazar | 1944–1959 | Corinthians | 156 |
Heitor é o maior artilheiro do Palestra Itália/Palmeiras no estadual; Neco e Baltazar, os do Corinthians nessa lista. Toninho Guerreiro foi artilheiro três vezes, por dois clubes diferentes (Santos em 1966 e São Paulo em 1970 e 1972).
A era Pelé
Pelé foi o artilheiro do Paulistão em 11 edições: nove seguidas, de 1957 a 1965, e depois em 1969 e 1973. Pelé conquistou dez Paulistões com o Santos. Os 58 gols de 1958 nunca foram ameaçados; a segunda maior marca de Pelé é de 49 gols (1965).
| Ano | Gols | Ano | Gols |
|---|---|---|---|
| 1957 | —* | 1962 | 37 |
| 1958 | 58 | 1963 | 22 |
| 1959 | 44 | 1964 | 34 |
| 1960 | —* | 1965 | 49 |
| 1961 | 47 | 1969 | 26 |
| 1973 | 11 |
* Em 1957 e 1960 as fontes divergem sobre o número exato de gols, por isso não o publicamos.
Artilheiros ano a ano (1980–2026)
| Ano | Artilheiro(s) | Clube(s) | Gols |
|---|---|---|---|
| 2026 | Robson | Novorizontino | 7 |
| 2025 | Guilherme | Santos | 10 |
| 2024 | Flaco López | Palmeiras | 10 |
| 2023 | Galoppo e Róger Guedes | São Paulo e Corinthians | 8 |
| 2022 | Ronaldo | Inter de Limeira | 9 |
| 2021 | Bruno Mezenga | Ferroviária | 9 |
| 2020 | Ytalo | Red Bull Bragantino | 7 |
| 2019 | Jean Mota | Santos | 7 |
| 2018 | Borja | Palmeiras | 7 |
| 2017 | Gilberto e William Pottker | São Paulo e Ponte Preta | 9 |
| 2016 | Roger | Red Bull Brasil | 11 |
| 2015 | Ricardo Oliveira | Santos | 11 |
| 2014 | Cícero, Léo Costa e Luís Fabiano | Santos, Rio Claro e São Paulo | 9 |
| 2013 | William | Ponte Preta | 13 |
| 2012 | Neymar | Santos | 20 |
| 2011 | Elano e Liedson | Santos e Corinthians | 11 |
| 2010 | Ricardo Bueno | Oeste | 16 |
| 2009 | Pedrão | Grêmio Barueri | 15–16* |
| 2008 | Alex Mineiro | Palmeiras | 15 |
| 2007 | Somália | São Caetano | 13 |
| 2006 | Nilmar | Corinthians | 18 |
| 2005 | Finazzi | América-SP | 17 |
| 2004 | Vágner Love | Palmeiras | 12 |
| 2003 | Luís Fabiano | São Paulo | 8 |
| 2002 | Alex Alves | Juventus | 17 |
| 2001 | Washington | Ponte Preta | 16 |
| 2000 | França | São Paulo | 18 |
| 1999 | Alex | Mogi Mirim | 12 |
| 1998 | França | São Paulo | 12 |
| 1997 | Dodô | São Paulo | 19 |
| 1996 | Giovanni | Santos | 24 |
| 1995 | Bentinho e Paulinho McLaren | São Paulo e Portuguesa | 20 |
| 1994 | Evair | Palmeiras | 23 |
| 1993 | Viola | Corinthians | 20 |
| 1992 | Válber | Mogi Mirim | 17 |
| 1991 | Raí | São Paulo | 20 |
| 1990 | Alberto, Rubem e Volnei | Ituano, Guarani e Ferroviária | 12 |
| 1989 | Tôni e Toninho | São José e Portuguesa | 12 |
| 1988 | Evair | Guarani | 19 |
| 1987 | Edmar | Corinthians | 19 |
| 1986 | Kita | Inter de Limeira | 23 |
| 1985 | Careca | São Paulo | 23 |
| 1984 | Chiquinho e Serginho Chulapa | Botafogo-SP e Santos | 16 |
| 1983 | Serginho Chulapa | Santos | 22 |
| 1982 | Casagrande | Corinthians | 28 |
| 1981 | Jorge Mendonça | Guarani | 38 |
| 1980 | Edmar | Taubaté | 17 |
* Para 2009 as fontes registram 15 ou 16 gols. Em 1989, a contagem de 12 gols vale para os dois artilheiros.
Tendências da artilharia
A queda no número de gols do artilheiro acompanha a redução do campeonato. Jorge Mendonça marcou 38 gols em 1981, a maior marca desde a era Pelé. Desde 2017, com 16 clubes e no máximo 18 jogos para os finalistas, nenhum artilheiro passou de 10 gols, e em 2026, com só oito rodadas na primeira fase, bastaram 7 a Robson. Neymar, com 20 gols em 2012, foi o último a chegar a essa marca.
Os clubes do interior aparecem com frequência na lista: Kita, artilheiro de 1986 pela Inter de Limeira, ajudou a levar o título ao interior pela primeira vez, e Robson, em 2026, levou o Novorizontino à final. Para os dados das temporadas recentes, veja Paulistão 2026 e Paulistão 2025; para o Brasileirão, os artilheiros do Campeonato Brasileiro.
Perguntas frequentes
Quem é o maior artilheiro da história do Paulistão?
Pelé, com 466 gols pelo Santos. Arthur Friedenreich vem em segundo, com 338.
Qual é o recorde de gols em uma edição do Paulistão?
58 gols, de Pelé, em 1958.
Quem foi o artilheiro do Paulistão 2026?
Robson, do Novorizontino, com 7 gols.
Quem foi o artilheiro do Paulistão 2025?
Guilherme, do Santos, com 10 gols.
Fontes: Federação Paulista de Futebol (FPF), Lance! (Lancepédia), Goal, Wikipédia.